07 de jun. de 2026
Quando o ceratocone avança a um ponto em que crosslinking, anel intraestromal e lentes especiais não dão mais conta, o transplante de córnea entra em cena. Mas existem duas técnicas muito diferentes: o DALK (transplante lamelar profundo que preserva o endotélio do paciente) e o PKP (transplante penetrante, espessura total). Explicamos a diferença pra paciente.
21 de jun. de 2026
Entenda a diferença entre PRK, LASIK e SMILE em linguagem clara: recuperação, segurança biomecânica, olho seco, esporte e quem é candidato a cada técnica. A decisão sai do exame, não do catálogo.
21 de jun. de 2026
Olho seco, halos noturnos, ectasia: quais são os riscos reais da cirurgia refrativa a laser, quais efeitos são temporários e o que a seleção rigorosa do paciente evita. Guia do Dr. Lucca Ortolan (USP).
21 de jun. de 2026
Elegibilidade, critérios de indicação e o que define se a cirurgia refrativa vale a pena para você: grau estável, espessura da córnea, ceratocone, olho seco, idade e presbiopia, tudo o que o exame pré-operatório avalia antes de qualquer decisão.
21 de jun. de 2026
Entenda o que é o SMILE (Small Incision Lenticule Extraction): como o laser de femtossegundo cria um lentículo dentro da córnea e o cirurgião remove por uma micro-incisão, sem criar flap. Vantagens, limitações, candidatos e recuperação em linguagem clara.
21 de jun. de 2026
Tem grau alto, córnea fina ou olho seco e ficou em dúvida entre lente fácica (ICL) e laser? Entenda como cada opção funciona, quando uma ganha da outra e o que define a escolha no consultório.
21 de jun. de 2026
Depois dos 40, o cristalino endurece e o 'autofoco' pra perto vai embora. Mas existe cirurgia pra isso: monovisão a laser, PRESBYOND, READ e troca do cristalino com lente multifocal ou EDOF. Cada uma tem o seu perfil e a escolha depende do exame.
21 de jun. de 2026
Apareceu uma 'carne' no canto do olho? Entenda o que é o pterígio, por que cresce, quando precisa de cirurgia e o que esperar da recuperação, na voz do Dr. Lucca Ortolan, oftalmologista de córnea e refrativa pela USP.
09 de jun. de 2026
A Holanda implementou o crosslinking corneano nacionalmente em 2008 e, em poucos anos, viu o número de transplantes de córnea por ceratocone CAIR no país. O Brasil seguiu caminho oposto - tem o procedimento incorporado ao SUS desde 2016, mas o acesso é desigual e a fila de transplante por ceratocone segue crescendo. Esta foi a motivação central da pesquisa do Dr. Lucca Ortolan na USP - dar evidência econômica formal pra mudar a política pública brasileira.
08 de jun. de 2026
O ceratocone é hereditário, mas não é uma doença de herança simples. Tem componente genético claro - familiares de primeiro grau têm risco várias vezes maior. Genes envolvidos incluem LOX (colágeno crosslinking), ZNF469 (Brittle Cornea Syndrome), TGFBI (distrofias estromais) e regiões identificadas por GWAS. Explicamos o que sabemos hoje e por que isso muda o rastreio familiar.
07 de jun. de 2026
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