
Cirurgia Refrativa
Veja bem, sem óculos ou lentes!
Para quem é a Cirurgia Refrativa?

MIOPIA
Dificuldade para ver de longe.

ASTIGMATISMO
Distorção Visual para Perto e para Longe.

HIPERMETROPIA
Dificuldade de focar para perto e para longe.
A cirurgia refrativa à laser é um procedimento moderno, seguro e eficaz. É indicado para miopia, hipermetropia, astigmatismo e alguns casos de presbiopia!
Ela é ideal para quem se incomoda com o uso de óculos e/ou de lentes de contato e deseja maior independência do uso de correção!
More Than Meets the Eye


Saiba mais sobre a Cirurgia Refrativa com o dr Lucca Ortolan:

Avaliação dos Olhos
A cirurgia é indicada para os maiores de 18 anos que apresentem boas condições dos olhos e grau estável.
São avaliadas:
-Córnea (espessura, desenho, formato).
-Retina (saúde)
-Nervo Óptico (risco de glaucoma)
-História do paciente

Benefícios
Desfrutar de boa visão sem necessidade de óculos.
Milhões de pacientes já foram operados nos últimos 35 anos e se beneficiaram da redução ou eliminação do grau.

Rápida, Simples e Segura
Com duração média de 10 minutos, sem dor, e com pequenos riscos.
Qualidade de Vida
Ir à festas, nadar, viajar e se arrumar: tudo é mais fácil sem o uso de óculos.
Economia e Redução de Risco
Em relação ao uso de lentes e de óculos a cirurgia é mais econômica no longo prazo.
Para os usuários de Lentes de Contato a cirurgia refrativa pode reduzir o risco de ceratites infecciosas.
Conheça as Técnicas de Cirurgia Refrativa

LASIK (FemtoLASIK)
Nesta técnica se confecciona um FLAP de córnea com o laser FEMTO, aplica-se o laser EXCIMER para tratar o grau e se reposiciona o FLAP. Apresenta recuperação visual mais rápida. Técnica mais usada no mundo.
PRK
Nesta técnica se remove o epitélio da córnea e se aplica o laser EXCIMER para tratar o grau do paciente. Técnica segura para córneas mais finas.
PRK "No Touch"
Nesta técnica minimiza-se a necessidade de tocar o globo, a cirurgia é feita 100% pela máquina à laser. Tempo: 02 minutos por olho e evita o toque no olho (no touch). Usa a tecnologia Streamlight da Alcon). Ótima técnica para pacientes com muita fobia de objetos próximos ao olho.
SMILE
R.E.A.D e PRESBYOND
Tratamentos para pacientes com mais de 40 anos que tem dependência de óculos para perto.
Funcionam com um olho sendo tratado para longe (olho dominante) e outro tratado para visão intermediária e perto (olho não dominante).
O tratamento tem certa multifocalidade devido o aumento da asfericidade da córnea operada (se torna mais prolada).
A maioria dos pacientes tem elevado grau de satisfação com a técnica.
O R.E.A.D tem menor custo e ótima eficácia para pacientes com até 3 graus de hipermetropia para longe e baixo astigmatismo.
O Presbyond funciona bem para pacientes com miopia.
Técnica na qual uma lentícula de córnea é removida para tratamento do grau usando laser de Femtossegundo.
Tem suposto benefício de redução do olho seco pós-operatório. Este benefício não aparenta ter se comprovado em pós-operatórios mais longos em comparação com as outras técnicas.
Técnica de elevado custo.
Personalizadas e Otimizadas
Formas especiais de tratamento, as otimizadas são indicadas para a primeira cirurgia (WaveFront Optimized) para ter um tratamento asférico de alta qualidade.
As personalizadas são usadas em retratamentos ou em córneas alteradas.
Para casos virgens de tratamento (1ª cirurgia) há revisão da Cochrane que diz não haver evidência de superioridade de Countura, Topoguiada ou Wavefront-guiada.
Como é o pós-operatório? Quais os cuidados?
Geralmente o pós-operatório de cirurgia refrativa é tranquilo, bem tolerado e complicações são incomuns.
A maioria dos pacientes tem pouca ou nenhuma dor, melhora rápida da visão em poucos dias e baixo índice de complicações.
Na cirurgia PRK é mais comum quadro de dor e fotofobia pós-operatória (incômodo com as luzes). Mas, para muitos pacientes as três principais técnicas tem perfil de risco muito similar.
São sintomas comuns e normais no pós-operatório de cirurgia refrativa à laser:
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Certo embaçamento nos primeiros dias que melhora progressivamente. Bem mais comum no PRK e de maior duração do que no FEMTOLASIK ou SMILE.
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"Coceira" ou "sensação de raspado" no olho operado.
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Leve dor no olho operado.
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Dor de cabeça.
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Inchaço nas pálpebras, dificuldade de abrir o olho.
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Ligeira vermelhidão do olho operado.
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Por vezes no FEMTOLASIK e SMILE pode haver pequeno sangramento da conjuntiva que demora a ser reabsorvido (até 21-30 dias tipicamente).
Porém, sabemos que termos sucesso e reduzir os riscos da cirurgia uma série de cuidados é indicada:
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Realizar a higiene dos cílios com shampoo infantil ou produto específico por alguns dias antes da cirurgia reduz o risco de infecção.
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Usar os colírios corretamente permite o tratamento da inflamação intraocular gerada pela cirurgia e reduz enormemente o risco de infecção. Certifique-se de que a gota caiu no olho, se não tem certeza, pingue novamente.
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Lavar as mãos antes de pingar os colírios e evitar coçar o olho operado reduz o risco de infecção.
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Evitar esforços ou pegar pesos na primeira semana. Caminhadas são liberadas a partir do primeiro pós-operatório!
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Não entrar na piscina ou mar nos primeiros 30 dias.
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Evitar atividades físicas de esforço moderado por 15 dias.
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Aguardar 05 minutos entre os colírios usados.
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Dormir com o protetor plástico fornecido para evitar coçar o olho dormindo (oclusor acrílico).
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Avisar seu médico oftalmologista de sintomas inesperados e tirar suas dúvidas no pré-operatório e durante o pós-operatório.
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Operar com médico oftalmologista adequadamente capacitado e que realiza as cirurgias com tranquilidade, planejamento e tempo adequados.
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Cuidado ao secar o rosto após o banho, evite esfregar a toalha nos olhos.
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Não durma ou aperte o olho operado ao se deitar.
Quais são os principais riscos da cirurgia?
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Grau residual: Apesar de toda a tecnologia das lentes e dos exames pode ocorrer "sobra de grau" em certos casos.
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Infecção cirúrgica: A infecção do olho operado é temida infecção que pode causar perda rápida da visão. Em caso de dor ocular, olhos muito vermelhos e baixa de visão no pós-operatório avise seu oftalmologista rapidamente.
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Aumento da pressão intraocular: Pode ocorrer, geralmente de maneira transitória, no pós-operatório, mas precisa ser tratado adequadamente. É mais comum em pacientes com glaucoma ou que precisam usar colírio corticoide por tempo estendido.
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Inflamação pós-operatória persistente do olho operado: É mais comum em pacientes com uveítes, doenças auto-imunes, diabetes e outras condições. Deve-se utilizar o corticoide por período de tempo maior.
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Cicatrização inadequada: importante evitar a exposição ao sol para reduzir este risco no primeiro mês, é chamada de Haze a cicatrização esbranquiçada da córnea operada, é mais comum no PRK e muito menos comum no FEMTOLASIK e no SMILE.
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Olho Seco: é bem comum nos primeiros meses de cirurgia, 50% dos pacientes tem no primeiro mês bastante queixa de olho seco, geralmente melhora com 6 meses e geralmente se resolve com um ano. A maioria não fica com olho seco permanente, mas existem pacientes que tem. Raramente, existem pacientes que podem desenvolver dor nos olhos operados e fotofobia intensa devido dificuldade de reinervação da córnea operada.
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Perda de Vácuo e Questões Relacionadas ao FLAP: Pode haver perda de vácuo no momento em que a máquina está confeccionando o flap do FemtoLASIK e/ou criando a lentícula no SMILE, mas de maneira geral é uma complicação que pode ser contornada e evitada com cautela. Ocorre em 1% dos casos tipicamente.
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Ectasia: complicação em que a córnea se torna demasiadamente fina no pós cirúrgico e evolui com afilamento proressivo e mudança de curvatura. Pode necessitar de tratamento cirúrgico adicional para estabilizar a córnea (crosslinking) e pode precisar de lentes de contato especiais para reabilitar a visão. Felizmente é complicação rara hoje em dia em casos bem triados no pré-operatório.
Leia nosso guia completo sobre a recuperação da cirurgia de catarata com fotos clicando aqui.
O Cirurgião Refrativo
Dr. Lucca Ortolan Hansen, diretor técnico e fundador da Ortolan Oftalmologia.
Especialista formado em Oftalmologia e Cirurgia Refrativa na Universidade de São Paulo (USP). Doutor em Oftalmologia pela USP.
Palestrante de Congressos e Cursos, Autor de Livros e Artigos sobre Cirurgia Refrativa e Oftalmologia.
Realizou milhares de cirurgias oftalmológicas em sua carreira.
Preocupa-se em fornecer o melhor tratamento para cada paciente de maneira individualizada.
Diretor Técnico: Dr. Lucca Ortolan Hansen | CRM 177.002 | RQE 86.155
O conteúdo deste site tem intuito informativo e educacional. Não deve servir como base para diagnóstico ou tratamento sem a realização de consulta médica oftalmológica com aconselhamento personalizado.
