Como este exame ajuda na decisão clínica
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Blefaroplastia e Plástica Ocular
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OCT de Nervo Óptico e Mácula
OCT de Córnea
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Topografia de Córnea e Paquimetria
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Teste de Visão de Cores para Daltonismo
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Teste de Visão de Cores para Daltonismo (Ishihara 24 placas)
Teste para avaliação da deficiência de percepção de cores.
Guia Sobre o Teste de Visão de Cores (Ishihara 24 placas)
O que é? Exame que avalia a capacidade do paciente de discernir entre as cores para diagnóstico de DALTONISMO. Como é realizado? Utiliza-se um livro especial com placas coloridas que são mostradas para o paciente em sucessão. Qual finalidade? Classificar se o paciente tem visão de cores normal ou daltonismo.Porquê diversos concursos pedem este exame? É muito utilizado em bancas de concursos de certos cargos- como maquinista de trem, policial, militar, aviador, etc. Para o bom desempenho em certos cargos é necessária boa visão de cores. Na Ortolan Oftalmologia temos especialistas com Título de Especialista (RQE) para realização de exames oftalmológicos para concursos (campimetria visual, teste de acuidade visual, biomicroscopia, fundoscopia, teste de visão de cores e muito mais!). Evite realizar seus exames em lugares sem especialistas com RQE, pois muitas bancas de concurso não aceitam exames sem RQE. Temos experiência na emissão de laudos oftalmológicos para concursos.Precisa de Preparo? Não há necessidade de preparo para o exame.Precisa Dilatar? Não é preciso dilatar para este exame.Quanto tempo leva? A duração do exame é de 10 minutos habitualmente.
Temos todos os exames oftalmológicos para concursos:
Teste de Acuidade Visual
Refração
Campimetria Visual
Ishihara 24 placas
Teste de Visão de Cores
Biomicroscopia
Fundoscopia
Tonometria
e mais!
Você confunde vermelho e verde? Precisa de laudo para concurso? Notou que as cores ficaram apagadas de um olho? O teste de visão de cores separa daltonismo congênito de alterações que podem aparecer ao longo da vida.
Pense nas placas de Ishihara como um quebra-cabeça de bolinhas coloridas. Quem enxerga certas cores normalmente vê um número. Quem tem alteração no eixo vermelho-verde pode ver outro número, ou nenhum.
Pra quem é esse exame
O teste é simples, mas a indicação muda bastante conforme a história.
- Crianças com suspeita de daltonismo: dificuldade em atividades escolares com cores.
- Adultos que sempre confundiram cores: confirmar daltonismo congênito.
- Laudos ocupacionais ou concursos: quando a função exige distinção de cores.
- Alteração nova de cor em um olho: investigar retina, nervo óptico ou via visual.
- Uso de medicamentos com risco ocular: cloroquina, hidroxicloroquina, etambutol e alguns digitálicos podem alterar visão de cores em contextos específicos.
- Neurite óptica e neuropatias ópticas: a cor pode piorar antes ou junto da acuidade visual.12
Como o exame é feito
O teste mais conhecido é o Ishihara. Você olha placas coloridas e diz qual número ou caminho enxerga.
- O ambiente precisa ter boa iluminação.
- O paciente usa a correção de perto habitual, se precisar.
- Cada olho pode ser testado separadamente quando há suspeita de alteração adquirida.
- O exame não usa colírio e não dilata.
Em crianças pequenas, a equipe adapta a instrução para garantir que a dificuldade não seja apenas entender a tarefa.
Preciso me preparar?
Quase nada. O mais importante é fazer o teste em condição visual justa.
- Leve seus óculos de perto, se usa.
- Evite fazer o exame com sono intenso ou pressa, porque respostas apressadas atrapalham.
- Avise se a queixa começou de repente ou em apenas um olho.
- Leve o edital ou exigência do concurso, quando o teste for para laudo.
Ishihara, Farnsworth e outros testes
Nem todo teste de cor responde a mesma pergunta.
- Ishihara: placas pseudoisocromáticas, muito boas para triagem de daltonismo vermelho-verde.
- Farnsworth D-15: teste de ordenamento de cores com 15 discos cromáticos. Ajuda a avaliar tipo e gravidade da alteração.
- Testes ocupacionais específicos: alguns editais pedem método, número de placas ou formato de laudo próprio.
- Avaliação complementar: quando a alteração é adquirida, OCT, campo visual e exame do nervo óptico podem ser necessários.3
Daltonismo congênito vs alteração adquirida
Daltonismo congênito costuma estar presente desde a infância e é mais comum em homens. Ele geralmente afeta os dois olhos de forma parecida e muda pouco ao longo da vida.
Alteração adquirida é diferente. Se a percepção de cores piorou recentemente, principalmente em um olho só, o médico precisa investigar.
- Nervo óptico: neurite óptica, neuropatias tóxicas e compressões podem reduzir saturação das cores.
- Retina: doenças maculares podem alterar contraste e percepção cromática.
- Medicamentos: alguns tratamentos exigem acompanhamento quando há risco ocular.
- Sistema nervoso central: em casos selecionados, alterações da via visual precisam de investigação neurológica.4
Laudos para concurso e trabalho
Algumas funções exigem boa discriminação de cores por segurança: aviação, direção profissional, áreas militares, elétrica, transporte ferroviário e outras. Nesses casos, o laudo precisa responder ao que o edital pede.
- Traga o edital ou a lista de exames exigidos.
- Confirme se o edital pede Ishihara, Farnsworth D-15 ou outro método.
- O laudo deve ser objetivo, com método usado e resultado descrito.
- Se houver alteração, o médico explica se ela é compatível com daltonismo congênito ou se precisa investigar causa adquirida.
O ponto que importa: o laudo deve seguir exatamente o que o edital pede e ser emitido após avaliação oftalmológica completa.
Limitações honestas
Teste de cor parece simples, mas tem armadilhas.
- Iluminação ruim muda resultado: luz amarela ou ambiente escuro atrapalha as placas.
- Tela de celular não vale como laudo: brilho, calibração e compressão alteram as cores.
- Ishihara não mede tudo: é excelente para vermelho-verde, mas não cobre todas as alterações adquiridas.
- Baixa visão atrapalha resposta: catarata, erro de grau ou doença macular podem simular dificuldade cromática.
- Laudo ocupacional depende do edital: não existe um único formato universal para todos os concursos.
Perguntas frequentes
Daltonismo tem cura? Daltonismo congênito não costuma ter cura. Algumas lentes filtrantes podem ajudar em tarefas específicas, mas não normalizam a visão de cores.
Meu filho pode fazer o teste? Sim. O ideal é adaptar a tarefa à idade. Crianças que ainda não leem números podem precisar de versões com caminhos ou símbolos.
Qual a diferença entre Ishihara e Farnsworth D-15? Ishihara rastreia principalmente alteração vermelho-verde. Farnsworth D-15 ordena cores e ajuda a classificar padrão e gravidade.
Se eu sempre fui daltônico, preciso investigar? Em geral, é uma característica congênita estável. Se a alteração é nova, unilateral ou acompanhada de baixa visual, precisa investigação.
O exame dilata? Não. O teste de visão de cores é feito sem dilatação.
Detalhes técnicos
A maioria dos casos congênitos envolve alteração dos cones responsáveis por comprimentos de onda vermelho ou verde, com herança ligada ao cromossomo X. Por isso, homens são afetados com mais frequência.
No Ishihara, as placas pseudoisocromáticas equilibram brilho e saturação para que a resposta dependa da discriminação cromática. Erros seguem padrões compatíveis com protanopia, protanomalia, deuteranopia ou deuteranomalia.
No Farnsworth D-15, o paciente ordena discos coloridos por tonalidade. O padrão de cruzamento no diagrama ajuda a diferenciar eixos de confusão e gravidade funcional.
Fontes e referências
American Academy of Ophthalmology (AAO)
AAPOS (American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus)
NEI (National Eye Institute)
MedlinePlus
- Chuck RS, Dunn SP, Flaxel CJ, Gedde SJ, Mah FS, Miller KM, et al. Comprehensive adult medical eye evaluation preferred practice pattern. Ophthalmology. 2021;128(1):P1-P29.
- American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus. Vision screening recommendations. n.d.
- Mayo Clinic. Eye exams for children. n.d.
- MedlinePlus. Optic nerve disorders. National Library of Medicine. n.d.
- National Eye Institute. How the eyes work. n.d.


