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A Expertise do
Dr. Daniel Omote

Especialista da USP em Retina, Genética Ocular, Injeções Intravítreas, Laser para Retina (fotocoagulação) e Oftalmologia.

Dr. Daniel Omote M.D. 
Médico Oftalmologista da USP.

  • Especialista em Genética Ocular pela USP.

  • Especialista em Retina Clínica pela USP.

  • Professor de Oftalmologia, Genética Ocular e Retina Clínica.

  • Grande Experiência em Diagnóstico de Doenças Genéticas, Doenças de Retina, Doenças Raras.

  • Grande Experiência em Tratamento Clínico de Doenças de Retina: Degeneração Macular Relacionada À Idade (Forma Úmida (Wet) e Forma Seca (Dry), Atrofia Geográfica, Retinopatias Hereditárias, Doença de Stargardt e inúmeras outras doenças (lista abaixo no fim da página).

  • Verdadeiro Gentleman: trata os pacientes como ninguém, tem genuíno interesse e carinho pelos pacientes que trata.

  • Orgulho em ser o melhor médico que pode ser: dr. Daniel tem verdadeira paixão pela oftalmologia e por cuidar dos outros.

Conheça o Dr. Daniel Omote

Dr. Daniel Omote, especialista em Retina e Genética Ocular pela USP.
Dr. Daniel Omote leciona no Congresso Brasileiro de Oftalmologia na sessão de Genética Ocular.
Clínica Oftalmológica da Ortolan Oftalmológica localizada na Faria Lima - São Paulo.
Recepção da Ortolan Oftalmologia

Dr. Daniel Omote: Especialista em OftalmologiaRetina e Vítreo; Genética Ocular pela Universidade de São Paulo

Cuidar da visão pede alguém que una ciência, experiência e atenção ao paciente. Retina e genética ocular caminhando juntas para diagnósticos mais precisos e planos de tratamento feitos sob medida. Formado pela Faculdade de Medicina da USP, com Residência em Oftalmologia no Hospital das Clínicas da USP e Fellowship em Retina Clínica pela mesma instituição, o Dr. Daniel Omote oferece cuidado ocular completo e atualizado.

Cuidar da visão pede alguém que una ciência, experiência e atenção ao paciente. Retina e genética ocular caminhando juntas para diagnósticos mais precisos e planos de tratamento feitos sob medida. Formado pela Faculdade de Medicina da USP, com Residência em Oftalmologia no Hospital das Clínicas da USP e Fellowship em Retina Clínica pela mesma instituição, o Dr. Daniel Omote oferece cuidado ocular completo e atualizado.

​Seu rigor acadêmico e assistencial se refletem na atuação no Departamento de Genética Ocular do Hospital das Clínicas da USP, com foco em distrofias hereditárias da retina e em medicina de precisão para doenças oculares. Além disso, é professor de Genética Ocular, levando conteúdo moderno e prático para a formação de oftalmologistas de todo o Brasil. 

Para diagnóstico preciso e acompanhamento de alto nível, o atendimento do Dr. Daniel Omote integra tecnologia de ponta e protocolos baseados nas melhores evidências.​

Áreas de atuação e diferenciais:

  • Retina e Vítreo: diagnóstico e manejo de retinopatia diabética, oclusões venosas, doenças maculares.

  • Genética Ocular: avaliação de doenças genéticas que acometem os olhos. Distrofias hereditárias da Retina. 

  • Oftalmologia em Geral: especialista na avaliação de refração, exame do fundo do olho, mapeamento de retina, realização de tomografia (OCT) de Nervo Óptico e Retina, tratamento da Miopia, Astigmatismo, Hipermetropia, Glaucoma, Retinopatias e muito mais.

  • Grande Experiência em Pronto-Socorro: O Dr. Daniel ficou anos atendendo no PS do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e entende do diagnóstico e tratamento de todo tipo de doença comum e rara: conjuntivites, perda de visão súbita, alergia ocular, olho seco, blefarites, descolamento de retina, buraco de mácula, moscas volantes, floaters, perda de visão lenta, tumores, pterígio, trauma ocular.

Dr Omote realiza exames de OCT de Retina e Nervo Óptico
Consultório da Ortolan Oftalmologia

Com CRM-SP 199.408 e RQE 98.606, o Dr. Daniel Omote alia formação sólida, atuação em Hospital Universitário de referência e cuidado humano — sempre adaptado às necessidades individuais de cada paciente. 

Ao escolher o Dr. Daniel Omote, você conta com:

  • Atendimento atento e acolhedor, centrado no paciente.

  • Integração entre retina e genética ocular, trazendo o que há de mais atual para doenças raras e complexas. 

  • Acompanhamento contínuo e planejamento personalizado para preservar a saúde ocular ao longo dos anos.

 

Doenças Tratadas

O Dr. Daniel Omote acompanha pacientes com as principais doenças que afetam a retina incluindo:

  • Retinopatia diabética 

  • Degeneração macular relacionada à idade (DMRI)

  • Oclusões venosas e arteriais da retina

  • Edema macular de diferentes causas

  • Distrofias Hereditárias da Retina

  • Miopia patológica e complicações vitreorretinianas

Tratamentos realizados

O cuidado é baseado em protocolos atualizados e em equipamentos de alta precisão, incluindo:

  • Injeções intravítreas de anti-VEGF ou corticosteroides 

  • Panfotocoagulação a laser

  • Fotocoagulação com Laser focal 

  • Planejamento cirúrgico e encaminhamento para vitrectomias ou cirurgias de retina

  • Testes genéticos e orientação para famílias com doenças oculares hereditárias.

Fachada da Ortolan Oftalmologia (edifício AHEAD).

SOBRE A ORTOLAN CLÍNICA OFTALMOLÓGICA

A Ortolan Clínica Oftalmológica nasceu com a missão de oferecer o melhor cuidado para a saúde ocular de nossos pacientes.

Nossos valores de ética, moral, compaixão, empatia e transparência são a base de tudo o que fazemos.

Nosso objetivo é ir além do tratamento, construindo uma relação humana sólida e atenciosa com cada paciente, entendendo suas necessidades e expectativas.

Com expertise e tecnologia de ponta, diagnosticamos e tratamos uma ampla gama de doenças oftalmológicas, tanto as mais prevalentes quanto as condições raras e desafiadoras. Nossa atuação abrange:

  • Erros Refrativos: Miopia, Hipermetropia, Astigmatismo

  • Glaucoma e Catarata

  • Doenças da Retina: Retinopatias (incluindo a diabética) e Doenças Maculares (DMRI)

  • Alergia Ocular e Olho Seco

  • Doenças da Córnea: Ceratocone, Blefarite, Distrofias, Leucomas e outras opacidades

  • Condições Neurológicas e Vasculares com Manifestações Oculares

  • Doenças Genéticas e Sistêmicas com Impacto na Visão 

  • Perda de Visão e Cegueira

 

Priorizamos um atendimento humanizado, colocando o paciente e sua família no centro do cuidado. Nosso compromisso é oferecer um suporte completo e acolhedor em cada etapa da jornada.

Dr. Daniel Omote leciona no Congresso USP de Oftalmologia na Sessão de Retina.
Decoração da Ortolan Oftalmologia

Localização: Pinheiros (São Paulo - Capital)

Ao lado do Metrô Faria Lima (linha amarela), estacionamento no edifício.
 

Ligações e WhatsApp:  (11)99630-9356

R. Cláudio Soares, 72. Cj 103. Pinheiros. São Paulo - SP, 05422-030

Edifício Ahead - 20m da Av. Faria Lima e 50m do metrô Faria Lima.

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Doenças Tratadas pelo Dr. Omote

Experiência em Procedimentos em Retina.

 

Profundo conhecimento de artigos acadêmicos e atualizações em protocolos de tratamento em Oftalmologia, Retina e Genética.

O dr. Daniel Omote orienta e ensina médicos oftalmologistas de todo o Brasil a realizar tratamentos para doenças de retina como:

Laser Micropulsado, Fotocoagulação com Laser de Argônio, Capsulotomia Yag Laser, Iridotomia por Yag Laser.

Aplicação Intraocular de Medicamentos Antiangiogênicos (Anti-VEGF) e Biespecíficos

Estes fármacos atuam bloqueando o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) para reduzir a permeabilidade vascular e inibir a neovascularização.

  • Injeção de Medicamentos Antiangiogênicos para Doenças de Retina – Eylia (Aflibercept), Lucentis (Ranibizumab), Avastin (Bevacizumab - off-label), Beovu (Brolucizumab), Vabysmo (Faricimab - inibidor biespecífico de VEGF e Ang-2), Eylia HD (Aflibercept 8mg), Susvimo (implante de liberação prolongada de Ranibizumab).

Corticosteroides Intravítreos

Utilizados principalmente em casos de edema macular resistente ou com forte componente inflamatório, como em oclusões vasculares e uveítes.

  • Implantes e Suspensões de Corticosteroides – Ozurdex (Dexametasona - implante biodegradável), Iluvien (Fluocinolona), Triesence ou Kenalog (Triancinolona acetonida).

Doenças Tratadas por Injeção Intravítrea

As indicações abrangem patologias exsudativas, neovasculares e infecciosas que requerem alta concentração de fármaco diretamente no segmento posterior.

Patologias Exsudativas e Neovasculares

  • Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) Úmida: Foco na neovascularização de coroide (NVC).

  • Edema Macular Diabético (EMD): Tratamento padrão ouro para restauração da barreira hematorretiniana.

  • Retinopatia Diabética Proliferativa (RDP): Como adjuvante à panfotocoagulação ou em casos de hemorragia vítrea.

  • Oclusão de Veia Central da Retina (OVCR) e Oclusão de Ramo de Veia da Retina (ORVR): Tratamento do edema macular secundário.

  • Neovascularização Coroidal Miópica: Comum na alta miopia.

  • Glaucoma Neovascular (GNV): Injeção de anti-VEGF para regressão de rubeosis iridis antes de procedimentos cirúrgicos.

  • Edema Macular Cistoide (EMC): Especialmente em casos de uveítes posteriores ou Síndrome de Irvine-Gass persistente.

  • Retinopatia da Prematuridade (ROP): Em casos específicos (Zona I, estágio 3+) onde a laserterapia é inviável ou insuficiente.

Outras Indicações (Antibióticos e Antifúngicos)

  • Endoftalmite Infecciosa: Injeção de Vancomicina, Ceftazidima ou Anfotericina B para controle imediato de infecções pós-cirúrgicas ou endógenas.

  • Necrose Retiniana Aguda (ARN): Injeção de Ganciclovir ou Foscarnet como adjuvante ao tratamento sistêmico.

Principais Doenças que o dr Daniel Omote Diagnostica e Orienta Tratamento Rotineiramente:

Urgências de Segmento Anterior e Córnea

  • Queimaduras Químicas (Ácidos e Álcalis): Manejo crítico de urgência para preservação do limbo.

  • Conjuntivite alérgica, conjuntivite bacteriana, conjuntivite fúngida. Ceratite por uso de lentes de contato.

  • Úlceras de Córnea Infecciosas: Bacterianas, fúngicas e por Acanthamoeba (comum em usuários de lentes de contato).

  • Hifema Traumático: Acúmulo de sangue na câmara anterior pós-trauma.

  • Ceratocone com Hidropsia Aguda: Edema súbito da córnea por ruptura da membrana de Descemet.

  • Corpos Estranhos Corneanos e Conjuntivais: Remoção e manejo de anéis de ferrugem.

  • Uveítes Anteriores Agudas: Diagnóstico diferencial entre causas idiopáticas e sistêmicas (como HLA-B27).

  • Crises de Glaucoma Agudo (Fechamento Angular): Manejo de PIO extremamente elevada e iridotomia.

 

Emergências Vitreorretinianas e de Segmento Posterior

  • Oclusões Arteriais e Venosas (CRAO/CRVO): O "infarto" da retina, exigindo diagnóstico imediato.

  • Hemorragia Vítrea: Secundária a trauma, retinopatia diabética ou roturas retinianas.

  • Necrose Retiniana Aguda (ARN): Urgência viral infecciosa que pode levar à cegueira rápida.

  • Endoftalmite: Infecção intraocular grave pós-operatória ou endógena.

  • Coroidopatia Serosa Central Aguda: Perda visual central súbita em pacientes sob estresse.

  • Macroaneurisma Retiniano Roto: Causando hemorragia sub-retiniana ou vítrea.

Trauma Ocular e Anexos

  • Perfurações Oculares: Manejo de ferimentos penetrantes e conteúdo intraocular exposto.

  • Fraturas de Órbita (Blow-out): Com aprisionamento de músculos extraoculares e diplopia.

  • Lacerações de Canalículo Lacrimal: Reconstrução delicada de vias lacrimais pós-trauma.

  • Avulsão de Pálpebra: Reparação estética e funcional de traumas palpebrais complexos.

Sintomas e Diagnósticos Diferenciais Refinados

  • Escotomas Cintilantes: Diagnóstico diferencial entre enxaqueca com aura e alterações retinianas.

  • Metamorfopsia: Distorção visual indicando patologias maculares agudas.

  • Anisocoria Súbita: Investigação de Síndrome de Horner ou compressões aneurismáticas.

  • Leucocoria em Crianças: Diagnóstico diferencial urgente entre Retinoblastoma e Doença de Coats.

Doenças Comuns e Condições de Interface Vitreorretiniana

Estas são as patologias frequentemente encontradas na rotina clínica e cirúrgica.

  • Descolamento Posterior do Vítreo (DPV): Processo natural de envelhecimento do gel vítreo que pode causar trações e levar a rasgos.

  • Miopia Patológica (Degenerativa): Caracterizada pelo alongamento excessivo do globo ocular, levando a estrias angióides, lacunas de laca e neovascularização de coroide miópica.

  • Coriorretinopatia Serosa Central (CSC): Tanto na forma aguda quanto na crônica (epiteliopatia pigmentar difusa).

  • Edema Macular Cistoide (EMC): Frequentemente observado no pós-operatório de catarata (Síndrome de Irvine-Gass) ou associado a inflamações.

  • Degeneração Lattice (Paliçada): Áreas de afinamento retinal periférico que aumentam o risco de descolamento de retina.

  • Retinosquise Senil: Divisão das camadas da retina, geralmente assintomática, mas que pode mimetizar um descolamento.

Doenças Vasculares da Retina

Além da retinopatia diabética, há uma vasta gama de oclusões e anomalias vasculares.

  • Oclusão de Ramo de Artéria Retiniana (OBAR): Infarto de uma área específica da retina.

  • Síndrome de Isquemia Ocular: Hipoperfusão ocular crônica, geralmente devido a estenose de carótida.

  • Macroaneurisma Arterial Retiniano: Dilatação focal de uma artéria retinal, que pode causar hemorragia súbita.

  • Telangiectasia Macular (MacTel): Tipos 1 (aneurismática) e 2 (neurodegenerativa perifoveal).

  • Retinopatia da Prematuridade (ROP): Desenvolvimento vascular anormal em recém-nascidos prematuros.

  • Doença de Eales: Vasculopatia periférica idiopática, comum em homens jovens, com episódios de hemorragia vítrea.

  • Hemanigoma Capilar Retiniano: Frequentemente associado à Doença de Von Hippel-Lindau.

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Doenças Comuns e Condições de Interface Vitreorretiniana

Estas são as patologias frequentemente encontradas na rotina clínica e cirúrgica.

  • Descolamento Posterior do Vítreo (DPV): Processo natural de envelhecimento do gel vítreo que pode causar trações e levar a rasgos.

  • Miopia Patológica (Degenerativa): Caracterizada pelo alongamento excessivo do globo ocular, levando a estrias angióides, lacunas de laca e neovascularização de coroide miópica.

  • Coriorretinopatia Serosa Central (CSC): Tanto na forma aguda quanto na crônica (epiteliopatia pigmentar difusa).

  • Edema Macular Cistoide (EMC): Frequentemente observado no pós-operatório de catarata (Síndrome de Irvine-Gass) ou associado a inflamações.

  • Degeneração Lattice (Paliçada): Áreas de afinamento retinal periférico que aumentam o risco de descolamento de retina.

  • Retinosquise Senil: Divisão das camadas da retina, geralmente assintomática, mas que pode mimetizar um descolamento.

Doenças Vasculares da Retina

Além da retinopatia diabética, há uma vasta gama de oclusões e anomalias vasculares.

  • Oclusão de Ramo de Artéria Retiniana (OBAR): Infarto de uma área específica da retina.

  • Síndrome de Isquemia Ocular: Hipoperfusão ocular crônica, geralmente devido a estenose de carótida.

  • Macroaneurisma Arterial Retiniano: Dilatação focal de uma artéria retinal, que pode causar hemorragia súbita.

  • Telangiectasia Macular (MacTel): Tipos 1 (aneurismática) e 2 (neurodegenerativa perifoveal).

  • Retinopatia da Prematuridade (ROP): Desenvolvimento vascular anormal em recém-nascidos prematuros.

  • Doença de Eales: Vasculopatia periférica idiopática, comum em homens jovens, com episódios de hemorragia vítrea.

  • Hemanigoma Capilar Retiniano: Frequentemente associado à Doença de Von Hippel-Lindau.

 

Distrofias Hereditárias e Doenças Raras (DHR)

Aqui entramos no campo das doenças genéticas, muitas vezes ligadas a mutações em genes específicos como RPE65, ABCA4 ou USH2A.

  • Acromatopsia: Ausência total de função dos cones, resultando em cegueira cromática e fotofobia extrema.

  • Monocromatismo de Cones Azuis: Distrofia ligada ao X onde apenas os cones azuis funcionam.

  • Atrofia Girata: Doença metabólica rara causada pela deficiência da enzima ornitina aminotransferase.

  • Distrofia Cristalina de Bietti: Depósitos de cristais na retina e córnea, levando à degeneração coriorretiniana progressiva.

  • Distrofia de Sorsby: Condição autossômica dominante que mimetiza a DMRI, mas em pacientes muito jovens.

  • Retinosquise Juvenil Ligada ao X: Formação de cistos nas camadas da retina, afetando a visão central precocemente.

  • Fundus Albipunctatus: Uma forma de cegueira noturna estacionária congênita com pontos brancos característicos no fundo de olho.

  • Distrofia de Doyne (Honeycomb): Depósitos de drusas radiais que formam um padrão de favo de mel na mácula.

  • Síndrome de Bardet-Biedl: Doença multissistêmica que inclui distrofia de cones e bastonetes, polidactilia e obesidade.

 

Condições Inflamatórias e Infecciosas (Retinites e Coroidites)

Muitas vezes classificadas como uveítes posteriores.

  • Necrose Retiniana Aguda (ARN): Geralmente causada pela família do vírus Herpes, é uma emergência oftalmológica devastadora.

  • Coroidopatia de Birdshot: Fortemente associada ao marcador HLA-A29.

  • Epiteliopatia Pigmentar Placóide Multifocal Posterior Aguda (APMPPE): Lesões amareladas profundas que geralmente resolvem espontaneamente.

  • Síndrome de Múltiplos Pontos Brancos Fugazes (MEWDS): Condição inflamatória que geralmente afeta mulheres jovens após quadro viral.

  • Coroidite Multifocal e Panuveíte: Frequentemente mimetiza a histoplasmose ocular.

  • Coroidite Serpiginosa: Inflamação crônica e progressiva que avança de forma centrífuga a partir do disco óptico.

  • Retinopatia Solar: Dano fotoquímico na fóvea após observação direta do sol ou eclipses.

Tumores Retinianos e da Coroide

  • Melanoma de Coroide: O tumor intraocular primário mais comum em adultos.

  • Hemangioma de Coroide: Tumor vascular benigno que pode causar descolamento exsudativo.

  • Osteoma de Coroide: Tumor ósseo benigno que se desenvolve dentro da coroide.

  • Hamartoma Astrocítico: Frequentemente associado à Esclerose Tuberosa.

 

Vitreorretinopatias Exudativas e Estruturais

  • Condições que alteram a arquitetura do colágeno vítreo e a vascularização periférica.

  • Síndrome de Stickler (Colagenopatia tipo II/XI): Caracterizada por vítreo opticamente vazio, alto risco de descolamento de retina gigante, fenda palatina e perda auditiva.

  • Vitreorretinopatia Exudativa Familiar (FEVR): Mutação em genes da via Wnt (como NDP e FZD4), causando avascularidade periférica e trações, mimetizando a retinopatia da prematuridade, mas em pacientes a termo.

  • Síndrome de Wagner: Vitreorretinopatia erosiva hereditária sem as manifestações sistêmicas da Síndrome de Stickler.

  • Síndrome de Goldmann-Favre (Síndrome do aumento dos Cones S): Mutação no gene NR2E3. Causa cegueira noturna, retinosquise e uma hipersensibilidade característica ao espectro azul.

 

Neuropatias Ópticas Hereditárias

  • Embora tecnicamente afetem o nervo óptico, a patologia reside na camada de fibras nervosas da retina.

  • Neuropatia Óptica Hereditária de Leber (LHON): Herança mitocondrial que causa perda visual central súbita e indolor, geralmente em homens jovens, com telangiectasias peridiscais características na fase aguda.

  • Atrofia Óptica Dominante (DOA - Síndrome de Kjer): Mutação no gene OPA1. Causa perda visual progressiva e insidiosa na infância, com palidez temporal do disco óptico.

  • Síndrome de Wolfram (DIDMOAD): Condição rara que associa Diabetes Insipidus, Diabetes Mellitus, Atrofia Óptica e Surdez.

 

Facomatoses e Síndromes com Repercussão Retiniana

  • Doenças multissistêmicas com tumores ou depósitos específicos no fundo de olho.

  • Neurofibromatose Tipo 1 (NF1): Além dos nódulos de Lisch na íris, pode apresentar hamartomas astrocíticos da retina e gliomas de via óptica.

  • Complexo da Esclerose Tuberosa (Doença de Bourneville): Presença de múltiplos hamartomas astrocíticos calcificados ("em amora") na retina.

  • Doença de Fabry: Doença de depósito lisossômico que causa a cornea verticillata e tortuosidade vascular retinal em "saca-rolhas".

  • Síndrome de Alport: Mutação no colágeno tipo IV, apresentando a retinopatia em "fleck" (pontilhado amarelado perimacular) e lenticones anteriores.

  • Doença de Refsum: Erro inato do metabolismo do ácido fitânico, cursando com retinite pigmentar, ataxia e polineuropatia.

 

Disgenesias do Segmento Anterior com Impacto Posterior

  • Alterações no desenvolvimento embrionário que frequentemente coexistem com hipoplasia foveal ou do nervo óptico.

  • Aniridia (Mutação no gene PAX6): Ausência total ou parcial da íris, quase sempre associada a hipoplasia foveal pronunciada e nistagmo sensorial.

  • Síndrome de Axenfeld-Rieger: Malformações da câmara anterior associadas a um alto risco de glaucoma juvenil e anomalias sistêmicas (dentárias e faciais).

  • Anomalia de Peters: Opacidade corneana central congênita com adesões iridocorneanas ou queratolenticulares, podendo estar associada a vítreo primário hiperplásico persistente (PHPV).

 

Albinismo e Distrofias de Fotorreceptores Específicas

  • Albinismo Oculocutâneo (OCA) e Ocular (OA): Resultam em hipopigmentação do EPR, transiluminação iriana e, crucialmente, hipoplasia foveal e decussação anômala das fibras do quiasma.

  • Síndrome de Hermansky-Pudlak: Albinismo associado a disfunção plaquetária e fibrose pulmonar.

  • Cegueira Noturna Estacionária Congênita (CSNB): Grupo heterogêneo de doenças onde a retina é anatomicamente normal, mas há um bloqueio na transmissão do sinal entre fotorreceptores e células bipolares.

  • Síndrome de Senior-Løken: Uma ciliopatia que combina nefronoptise (doença renal) com amaurose congênita de Leber ou retinite pigmentar.

 

Distrofias de Córnea (Foco em TGFBI e outros genes)

  • Distrofia de Reis-Bücklers (Granular Tipo III): Mutação no gene TGFBI. Afeta a camada de Bowman com depósitos subepiteliais geográficos.

  • Distrofia de Thiel-Behnke (Honeycomb): Frequentemente confundida com a Reis-Bücklers, mas com padrão em favo de mel e progressão mais lenta.

  • Distrofia de Lattice (Laticial) Tipos I e II: Depósitos de amiloide. O Tipo II (Síndrome de Meretoja) tem manifestações sistêmicas como paralisia facial.

  • Distrofia Granular Tipos I e II (Avellino): O tipo Avellino combina características de granular e laticial. Atenção cirúrgica: Contraindicação absoluta para LASIK devido à exacerbação dos depósitos.

  • Distrofia Macular de Córnea: Mutação no gene CHST6. Diferente das outras, é autossômica recessiva e envolve todo o estroma até o limbo.

  • Distrofia de Schnyder: Mutação no gene UBIAD1. Envolve metabolismo lipídico, gerando cristais de colesterol estromais.

  • Distrofia de Fuchs (Precoce e Tardia): Mutação no gene COL8A2 (precoce) ou expansão de tri-nucleotídeos no TCF4. A "pesadelo" do cirurgião de catarata desavisado.

  • CHED (Distrofia Endotelial Hereditária Congênita): Tipos 1 (dominante) e 2 (recessiva), levando a edema corneano severo desde o nascimento.

  • Distrofia Polimorfa Posterior (PPCD): Pode causar metaplasia epitelial do endotélio e glaucoma secundário por fechamento angular.

 

Ectopia Lentis e Desordens do Tecido Conjuntivo

Aqui a genética dita o risco de complicações sistêmicas graves (como dissecção de aorta).

  • Síndrome de Marfan: Mutação no gene FBN1 (Fibrilina-1). Clássica subluxação superior-temporal do cristalino.

  • Homoncistinúria: Deficiência da enzima cistationina beta-sintetase. Subluxação tipicamente inferior-nasal e alto risco tromboembólico.

  • Síndrome de Weill-Marchesani: Mutação no ADAMTS10. O oposto do Marfan: braquidactilia, baixa estatura e microesferofaquia (causando glaucoma de bloqueio pupilar).

  • Síndrome de Ehlers-Danlos (Tipo VI - Cifoescoliótico): Fragilidade extrema da esclera (risco de ruptura ao menor trauma) e ceratocone.

  • Aniridia (Gene PAX6): Além da ausência de íris, cursa com insuficiência de células-tronco limbares, glaucoma congênito e catarata.

 

Glaucomas Hereditários e Disgenesias

  • Glaucoma Congênito Primário: Mutações nos genes CYP1B1 e LTBP2. Falha no desenvolvimento do ângulo (trabeculodisgenesia).

  • Glaucoma Juvenil de Ângulo Aberto (JOAG): Frequentemente associado a mutações no gene da Miocilina (MYOC). Pressões intraoculares (PIO) extremamente elevadas em pacientes jovens.

  • Síndrome de Axenfeld-Rieger: Mutação nos genes PITX2 e FOXC1. Embriotoxon posterior, corectopia e atrofia de íris, com 50% de chance de glaucoma.

  • Anomalia de Peters (Tipos I e II): Defeito no desenvolvimento da câmara anterior resultando em leucoma central e adesões iridocorneanas ou lenticulocorneanas.

 

Oculomotricidade e Pálpebras

  • Desordens Congenitais da Inervação Craniana (CCDDs) que desafiam os especialistas em estrabismo.

  • Síndrome de Duane (Genes CHN1/MAFB): Falha na inervação do reto lateral pelo VI par, com inervação anômala pelo III par.

  • CFEOM (Fibrose Congênita dos Músculos Extraoculares): Mutações nos genes KIF21A ou PHOX2A. Oftalmoplegia severa com ptose.

  • Síndrome de Moebius: Agenesia dos núcleos do VI e VII pares cranianos (fácies inexpressiva e esotropia).

  • BPES (Síndrome de Blefarofimose-Ptose-Epicanto Inverso): Mutação no gene FOXL2. Frequentemente associada à falência ovariana prematura em mulheres.

Doenças Metabólicas com Assinatura Ocular

  • Cistinose Nefropática: Acúmulo de cristais de cistina na córnea e conjuntiva, visíveis à lâmpada de fenda (parecem "poeira de diamante").

  • Doença de Wilson: Mutação no ATP7B. O famoso anel de Kayser-Fleischer na membrana de Descemet por deposição de cobre.

  • Galactosemia: Deficiência de GALT, levando à formação precoce de catarata em "gota de óleo".

  • Síndrome de Lowe (Oculocerebrorrenal): Mutação no gene OCRL. Catarata congênita densa e glaucoma.

 

Síndromes Craniofaciais (Repercussão Orbitária)

  • Síndrome de Crouzon (FGFR2): Sinostose craniana, proptose severa por órbitas rasas e hipertelorismo.

  • Síndrome de Apert: Similar ao Crouzon, mas com sindactilia ("mãos em colher") e maior risco de ceratite de exposição.

  • Síndrome de Treacher Collins: Hipoplasia malar e coloboma de pálpebra inferior (terço lateral).

Experiência em Pronto-Socorro no Hospital das Clínicas da USP

O Dr. Daniel Omote trabalhou muitos anos no Hospital das Clínicas no Pronto-Socorro de Oftalmologia da USP e tem grande experiência em diagnósticos de doenças raras, urgências, conjuntivites, úlceras e outras doenças oftalmológicas.

Além do básico: glaucoma, retina, córnea, uveítes, doenças de córnea raras e hereditárias, distrofias de retina, miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia, conjuntivites, alergias, e mais

 

Também domina o diagnóstico e manejo de doenças comuns e raras do PS Oftalmológico.

1. Urgências de Segmento Anterior e Córnea

  • Queimaduras Químicas (Ácidos e Álcalis): Manejo crítico de urgência para preservação do limbo.

  • Úlceras de Córnea Infecciosas: Bacterianas, fúngicas e por Acanthamoeba (comum em usuários de lentes de contato).

  • Hifema Traumático: Acúmulo de sangue na câmara anterior pós-trauma.

  • Ceratocone com Hidropsia Aguda: Edema súbito da córnea por ruptura da membrana de Descemet.

  • Corpos Estranhos Corneanos e Conjuntivais: Remoção e manejo de anéis de ferrugem.

  • Uveítes Anteriores Agudas: Diagnóstico diferencial entre causas idiopáticas e sistêmicas (como HLA-B27).

  • Crises de Glaucoma Agudo (Fechamento Angular): Manejo de PIO extremamente elevada e iridotomia.

2. Emergências Vitreorretinianas e de Segmento Posterior

  • Oclusões Arteriais e Venosas (CRAO/CRVO): O "infarto" da retina, exigindo diagnóstico imediato.

  • Hemorragia Vítrea: Secundária a trauma, retinopatia diabética ou roturas retinianas.

  • Necrose Retiniana Aguda (ARN): Urgência viral infecciosa que pode levar à cegueira rápida.

  • Endoftalmite: Infecção intraocular grave pós-operatória ou endógena.

  • Coroidopatia Serosa Central Aguda: Perda visual central súbita em pacientes sob estresse.

  • Macroaneurisma Retiniano Roto: Causando hemorragia sub-retiniana ou vítrea.

3. Neuroftalmologia e Órbita (O "Pulo do Gato" do HC)

  • Neurite Óptica: Diagnóstico diferencial com Esclerose Múltipla e Neuromielite Óptica (NMO).

  • Neuropatia Óptica Isquêmica Anterior (NOIA): Formas arteríticas (Arterite de Células Gigantes) e não-arteríticas.

  • Celulite Orbitária vs. Pré-septal: Manejo de infecções graves que podem evoluir para abscesso cerebral.

  • Paralisias de Nervos Cranianos (III, IV e VI pares): Avaliação de diplopia súbita e ptose.

  • Papiledema (Hipertensão Intracraniana): Identificação de sinais de alerta neurológico no fundo de olho.

  • Fístula Carótido-Cavernosa: Olho vermelho pulsátil e proptose pós-trauma.

4. Trauma Ocular e Anexos

  • Perfurações Oculares: Manejo de ferimentos penetrantes e conteúdo intraocular exposto.

  • Fraturas de Órbita (Blow-out): Com aprisionamento de músculos extraoculares e diplopia.

  • Lacerações de Canalículo Lacrimal: Reconstrução delicada de vias lacrimais pós-trauma.

  • Avulsão de Pálpebra: Reparação estética e funcional de traumas palpebrais complexos.

5. Sintomas e Diagnósticos Diferenciais Refinados

  • Escotomas Cintilantes: Diagnóstico diferencial entre enxaqueca com aura e alterações retinianas.

  • Metamorfopsia: Distorção visual indicando patologias maculares agudas.

  • Anisocoria Súbita: Investigação de Síndrome de Horner ou compressões aneurismáticas.

  • Leucocoria em Crianças: Diagnóstico diferencial urgente entre Retinoblastoma e Doença de Coats.

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Paciente que fez cirurgia de implante fácica aproveitando a nova visão em cenário panorâmico.
Diagrama de olho humano tecnológico com texto Tecnologia que Enxerga Além e logo da Ortolan Oftalmologia.
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LOCALIZAÇÃO: PINHEIROS (SP - CAPITAL)

Ao lado do Metrô Faria Lima, estacionamento no edifício.
 

Ligações e WhatsApp:  (11)99630-9356

R. Cláudio Soares, 72. Cj 103. Pinheiros. São Paulo - SP, 05422-030

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Escritos pelo Dr. Lucca Ortolan Hansen - Médico Oftalmologista da USP.

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